quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

De que adiantaria termos a audácia de querermos apresentar algo que muitos não conhecem, ou interpretam mal, e ao invés de esclarecermos suas dúvidas, colocássemos mais "tábuas" frente à visão e o entendimento dos verdadeiros Mistérios Ocultos?Qual função teria um amontoado de linhas que mais absorvem a atenção que instruem?Que adiantaria falarmos aqui de causas e efeitos, se não fossemos íntimos dela?Seria o mesmo que vender água onde há abundância dela chama-se a atenção, mas não resolve o problema daqueles que nos procuram.
Umbanda é simples e direta, sem floreios ou maquiagens, e acima de tudo, não é algo desorganizado ou ainda um amontoado de influências de vários povos.A Umbanda que queremos apresentar-lhe é aquela que poucos conhecem, em sua verdadeira forma.Sabemos ser esta tarefa algo difícil e laborioso, porém cremos que muitos esclareceram suas dúvidas, e mesmo que isso não ocorra, encontraram um caminho pra as respostas.
História do Movimento Umbandista no Brasil




O Movimento Umbandista é um movimento filo-religioso surgido no final do século XIX , no Brasil, quando entidades espirituais, integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais, passaram a manifestar-se, pela mediunidade, em rituais de cultos praticados por Africanos e Indígenas, miscigenados com elementos do catolicismo introduzidos pela Raça Branca.
Na verdade, a eclosão do Movimento Umbandista foi decorrência das necessidades cármicas que fizeram reunir, no solo brasileiro, representantes das raças branca, amarela, negra e remanescentes da vermelha. Assim, o Brasil possibilitou o encontro de coletividades que alimentavam rivalidades entre si e, de alguma forma, mantinham em seus sistemas religiosos, fragmentos do Conhecimento Verdadeiro usurpado pela humanidade em sua odisséia terrena.
O Brasil, conhecido pelos índios pré-cabralinos como BARA - TZIL ( Terra da Cruz ou Terra da Luz) , deveria ser o local do surgimento do Movimento Umbandista porquê, originalmente, havia recebido a revelação do Aumbandan na época dos Lêmures, no apogeu da Raça Vermelha, no Tronco Tupy. Foi aqui também que a Tradição foi deturpada em sua essência, consubstanciando-se na Cisão do Tronco Tupy nos grupos Tupy-Nambá e Tupy-Guarany que defendiam, respectivamente, o Princípio Espiritual e o Princípio Natural. Embora os Tupys tenham, algum tempo depois, voltado ao seu caminho evolutivo original, os resultados de sua Cisão ainda se fazem sentir até hoje, persistindo na mentalidade humana o dilema entre o Espírito e a Matéria.
Aqueles seres do Tronco Tupy não mais encarnam no Planeta e mesmo poderiam partir para outros locais mais evoluidos do Universo, entretanto, optaram por trabalhar em prol da Humanidade, auxiliando-a a encontrar sua via justa de evolução, restabelecendo a Tradição-Una, o Aumbandan. Para servir a este propósito, o Governo Oculto do Planeta, no momento adequado, lançou as sementes do Movimento Umbandista, visando inicialmente o Brasil, para futuramente revelar os aspectos cósmicos da Doutrina para todos os povos.E assim, por dentro dos cultos degenerados de várias raças existentes no Brasil, passaram então a manifestar-se pela incorporação, os Espíritos Ancestrais da Humanidade que se apresentavam, inicialmente, na forma de Indios e, depois, também na forma de Pretos-Velhos e Crianças. Apresentavam-se desta forma para atingir mais facilmente a coletividade brasileira, que se identificava, sincreticamente, com estes arquétipos da Simplicidade, da Humildade e da Pureza.O aparecimento destas entidades veio a configurar as bases do Movimento Umbandista, que recebeu uma primeira organização ritualística a partir de 1908, com o médium Zélio Fernandino de Moraes, tomando o nome inicial de Alabanda e, depois, de Umbanda. Quase 50 anos transcorreram até que, em 1956, o famoso Médium W.W. da Matta e Silva revelou ao público os primeiros aspectos da Doutrina Esotérica de Umbanda marcando a história com o livro Umbanda de Todos Nós.
W.W. da Matta e Silva
Zélio Fernandino de Moraes
F. Rivas Neto
Atualmente o Movimento Umbandista conta com uma coletividade estimada em 70 milhões de adeptos e simpatizantes, entretanto, números mais precisos sobre esta população são de difícil aquisição devido à própria estrutura do Movimento Umbandista.
Esta estrutura comporta uma infinidade de Terreiros ou Templos com rituais diferentes entre si, consequentes de uma maior ou menor assimilação sincrética de elementos de outras culturas e sistemas filo-religiosos. Este sincretismo visa estabelecer uma ponte de ligação que permita a transição gradual de indivíduos oriundos de outros sistemas para a Umbanda.
Embora o panorama geral propiciado por estas variações ritualísticas possa parecer heterogêneo, esta foi uma estratégia utilizada pelos espíritos da Confraria Cósmica de Umbanda como forma de minimizar as desigualdades sociais e discriminações de qualquer origem. Portanto, o Movimento Umbandista é capaz de receber indivíduos com características e concepções sobre a espiritualidade muito variadas; para cada um deles haverá um Terreiro ou Templo que mais se adapte ao seu nível consciencial.
Como elemento de ligação dos diversos templos, encontra-se a mediunidade através da incorporação de espíritos que se apresentam nas três formas arquetipais de "Caboclos", "Pretos-Velhos" ( mais adequadamente chamados de Pais-Velhos ) e "Crianças". Estas Entidades procuram impulsionar, paulatinamente, as pessoas que procuram os terreiros para patamares superiores de compreensão de si mesmos, do Mundo Material e do Mundo Espiritual. Obviamente, quanto mais sincrético for um terreiro, mais distanciado estará da Essência e mais preso estará à Forma. Mesmo naqueles templos onde predominam a busca da Essência e a verdadeira Iniciação de Umbanda, os rituais abertos ao público apresentam apenas uma ínfima parte da Doutrina, por respeito e caridade aos consulentes, guardando para o interior do Templo os fundamentos que esperam o momento certo para serem revelados.
A partir de 1989, com o lançamento da obra Umbanda - a Proto-síntese Cósmica, que mostrou ângulos inéditos da Umbanda, foi inaugurada uma nova fase do Movimento Umbandista, revelando-se o caráter cósmico desta doutrina. Os rituais dos diversos templos vêm-se modificando, mais adequados à tendência da globalização, que certamente consolidará um Mundo sem fronteiras para os habitantes do Planeta Terra, estabelecendo seus laços de ligação não apenas pelo comércio de bens materiais, mas principalmente pela comunhão de valores
Rajuste Kármico

Os méritos e os deméritos de cada Ser nesta nossa Via de Reascensão são a única medida do seu avanço em retorno à Fonte Original do Espírito que é Deus.
Pois isso só será possível em obediência à Lei da Causa e do Efeito sobre a Soma das Ações em suas diversas encarnações. é por isso que numa encarnação nada acontece por acaso ; tudo obedece ao que foi determinado pelos Tribunais Astrais.São de Três Ordens esses Tribunais : Tribunal Supremo Planetário, Tribunais Astrais Superiores e Tribunais Astrais Inferiores.
O Tribunal Supremo Planetário é responsável pela Soma das Ações Coletivas de toda a Humanidade em todos os tempos e como parte integrante do Universo Cósmico.
Os Tribunais Astrais Superiores, regidos pela Confraria dos Espíritos Ancestrais, são responsáveis pelo controle da Soma das Ações Grupais de cada coletividade religioso-espiritual que existiu, existe e existirá sobre a Terra.
Os Tribunais Astrais Inferiores, regidos diretamente por Espíritos Elevados, exercem o controle direto sobre a Soma de Ações Individuais de cada Ser, em relação ao seu semelhante e de acordo com a coletividade religiosa a que ele pertença.
Por isso quando um Ser Espiritual desencarna, ele é submetido a um julgamento e desse controle resulta a ordem de reajustamento na sua Soma das Ações Individuais, através de nova reencarnação. Tal ordem é e só pode ser dada pelo Tribunal Astral Inferior, que é regido por Entidades Espirituais da mesma coletividade religioso-espiritual em que desencarnou. E em casos de mudança de religião durante a reencarnação, tanto o Ser Espiritual como as coletividades religioso-espirituais são julgadas em seus Tribunais, estabelecendo-se quem falhou em relação a quem.
Quando o Tribunal Astral Inferior faz o reajuste da Soma das Ações Individuais de um Ser Espiritual, através de nova reencarnação, esta poderá ser de três ordens : Reencarnação Evolutiva, Reencarnação Disciplinar, Reencarnação Sacrificial.
Na condição Evolutiva ficam incluídos todos os Seres Astrais que vão em evolução ascendente, coordenada apenas por seus méritos e deméritos, impulsionada pelo seu corpo de desejos que pouco a pouco se esgota e se liberta.
Na condição Disciplinar estão aqueles Seres Espirituais altamente endividados, conscientes e repetentes dos mesmos erros e abstenções, que se desprendem da vida terrena com tal soma de sensações, paixões e desejos irrealizados que procuram expandí-los de qualquer forma, deixando-se atrair pelas correntes negativas de seus semelhantes no Plano Astral.
Alguns tomam-se de tal rebeldia que têm de ser duramente disciplinados com sucessivas reencarnações compulsórias, em situações ou raças que lhe são adversas ou antipáticas. Embora tal medida seja uma oportunidade dada a este Ser Espiritual para superar-se, para ele isto soa como uma duríssima pena disciplinar.
Na condição Sacrificial está a minoria já evoluída, isenta de provações individuais pela Reencarnação e que assim mesmo reencarnam em duras tarefas, livremente escolhidas, dentro da ele elevada Fraternidade Espiritual que lhes é própria.
Assim como o Ser Astral ao desencarnar é levado a julgamento, controle e reajustamento de sua Soma de Ações em seu Tribunal Inferior, também as coletividades religioso-espirituais são controladas, julgadas e reajustadas pelos Tribunais Astrais Superiores, sob a supervisão da Confraria dos Espíritos Ancestrais.
Magia na Umbanda


A Magia de Umbanda consiste na utilização prática dos fundamentos das Doutrinas Mântrica, Yântrica e Tântrica.
Estas Doutrinas podem ser aplicadas em vários níveis de densidade, conforme a movimentação magística em desenvolvimento e o fim proposto. Sob a designação geral de Magia, além da movimentação das forças sutis da Natureza, compreende-se também a Psicurgia e a Teurgia.
A Doutrina Mântrica pode se expressar através de cânticos sagrados, da emissão de sons relativos à Natureza Terrestre ou, em seu aspecto mais depurado, da vocalização de sons especiais de um alfabeto cósmico que ao serem proferidos atraem as correntes vibratórias correspondentes plasmadas no campo Astral.
A Doutrina Yântrica tem sua mais profunda apresentação na Umbanda, através de sinais riscados, que traduzem para o plano da forma, as características de egrégoras firmadas no Plano Astral desde a Criação do Universo e que vibram constantemente nos ritmos e ciclos particularizados dos espíritos divinos, ou Orixás. Através desta escrita sagrada, os raros iniciados conhecedores deste mistério, com outorga do Astral Superior, podem movimentar forças da Natureza, invocar, como um pedido, a presença astral de Entidades superiores e, ainda, se necessário, ordenar determinados espíritos para a execução de certos trabalhos.
A Doutrina Tântrica, quando considerada em seus fundamentos superiores, em nada assemelha-se às práticas do vulgarizado tantrismo sexual, que necessita da cópula para a obtenção dos efeitos desejados. Felizmente, até mesmo o segredo destas práticas sexualizadas foi perdido, pois muitos se julgam capazes de movimentar estas forças e apenas contribuem para o degredo moral em que nos encontramos atualmente.
A Doutrina Tântrica é a Doutrina da Luz Espiritual, que revive o processo da Criação e da aparição do Espírito no Reino da Matéria. As práticas relacionadas à Doutrina Tântrica atuam diretamente nesta manifestação do Espírito através dos sete corpos. Portanto, mexem com a parte mais essencial do indivíduo, com todo seu vivencial cármico acumulado desde a Queda ao Reino Natural.
Linhas de Força
São as Sete Vibrações Originais dos Ôrixás Ancestrais que modificam as Forças Elementares que atuam na Natureza Terrestre e, por isso mesmo, os Ôrixás Ancestrais constituem-se no Senhores das Forças Elementares da Natureza, presidindo cada um deles a um ou mais princípios básicos : Espiritual, Astral, Mental e Físico, quer no Homem quer na Natureza.
Portanto, a evolução probatória de nossa Humanidade nos estágios dos Campos Vibratórios dos Reinos Mineral, Vegetal e Animal é coordenada pelas Vibrações Originais dos Ôrixás Ancestrais e constinuem-se no seu Axé específico.
O nome desses Ôrixás Ancestrais foram esquecidos ou modificados vezes sem conta através dos milênios, mas seriam relembrados sempre que a Lei Verdadeira e Una fosse necessária à retomada de consciência da finalidade com que viemos à esta Terra. é quando o som de seus Nomes vibram na imensidão da consciência de cada um, formando os sons sagrados : Oxalá, Oxóssê, Ogum, Xangô, Yori, Yorimá, Yêmanjá.
Orixalá
é aquele que reflete o Princípio Ativo Criador que age na NaturezaÉ o Senhor Primaz da Energia Espiritual que insufla a Vida na Humanidade.É o Senhor Terciário da Energia Elementar ígnêa e Hídrica.
Oxossi
é aquele que reflete o Princípio da Lei da Causa e do EfeitoÉ o Senhor Primaz da Energia Elementar Eólica.É o Senhor Secundário da Energia Elementar Telúrica.É o Senhor Terciário da Energia Elementar Astral.


Ogum
é aquele que reflete o Princípio da Luta SagradaÉ o Senhor Primaz da Energia Elementar ígnêa.É o Senhor Terciário da Energia Mental e Espiritual.

Xangô
é aquele que reflete o Princípio da Justiça SagradaÉ o Senhor Primaz da Energia Elementar ígnêa.É o Senhor Terciário da Energia Mental e Espiritual.

Yêmanjá
é aquela que reflete o Princípio Passivo GeranteÉ a Senhora Primaz da Energia Mental.É a Senhora Terciária das Energias Elementares Hídrica e ígnêa.

Yori
é aquele que reflete o Princípio Criado EquilibradorÉ o Senhor Primaz da Energia Etérea.É o Senhor Terciário das Energias Elementares Eólica e Telúrica.

Yorimá
é aquele que reflete o Princípio da Potência da Palavra da LeiÉ o Senhor Primaz da Energia Elementar Telúrica.É o Senhor Secundário da Energia Elementar Eólica.É o Senhor Terciário da Energia Astral.
Foram estas Sete Modificações da Energia Criadora Polarizada, isto é, as Sete Vibrações Originais dos Ôrixás, que criaram e mantêm as condições espirituais, mentais, astrais, e físicas em nosso planeta, sendo por este mesmo motivo que consideramos a Natureza como Setenária, correspondendo à cada Vibração Original um Astro Celeste, uma ou mais Constelações Zodiacais, um Dia da Semana, um Metal, uma Cor, um Som, uma Essência Odorífera, um ou mais Vegetais, etc ...
Assim, cada mineral, cada vegetal ou cada espécie animal pode ser veículo de um Ser Astral em estágio probátorio, mas não necessariamente.
Oque é A Umbanda?

A palavra Umbanda é um vocábulo sagrado da língua Abanheenga, que era falada pelos integrantes do tronco Tupy. Diferentemente do que alguns acreditam, este termo não foi trazido da África pelos escravos. Na verdade, encontram-se registros de sua utilização apenas depois de 1934, entre os cultos de origem afro-ameríndia. Antes disto, somente alguns radicais eram reconhecidos na Ásia e África, porém sem a conotação de um Sistema de Conhecimento baseado na apreensão sintética da Filosofia, da Ciência, da Arte e da Religião.
O termo Umbanda, considerado a "Palavra Perdida" de Agartha, foi revelado por Espíritos integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais. Estes espíritos são Seres que há muito não encarnam por terem atingido um alto grau de evolução, mas dignam-se em baixar nos templos de Umbanda para trazer a Luz do Conhecimento, em nome de Oxalá - O Cristo Jesus. Utilizam-se da mediunidade de encarnados previamente comprometidos em servir de veículos para sua manifestação.
Os radicais que compõem o mote UMBANDA são, respectivamente: AUM - BAN - DAN. Sua tradução pode ser ncomprovada através do alfabeto Adâmico ou Vattânico revelado ao Ocidente pelo Marquês Alexandre Saint-Yves d'Alveydre, na sua obra "O ARQUEÔMETRO".
AUM significa "A DIVINDADE SUPREMA", seu símbolo sendo amplamente conhecido:



BAN significa "CONJUNTO OU SISTEMA", em Adâmico é representado da seguinte forma:



DAN significa "REGRA OU LEI", sua expressão gráfica apresenta-se como se segue:



A UNIÃO destes princípios radicais, ou AUMBANDAN, significa "O CONJUNTO DAS LEIS DIVINAS", sintetizado no sinal abaixo:


ou




Portanto, o AUMBANDAN ou CONJUNTO DAS LEIS DIVINAS é a PROTO-SÍNTESE CÓSMICA, encerra em si os princípios geradores do Universo, que são a SABEDORIA e o AMOR DIVINOS. Estende-se ao Ser Humano como a PROTO-SÍNTESE RELIGIO-CIENTÍFICA que contem e dá origem aos quatro pilares do conhecimento humano, ditos como FILOSOFIA, CIÊNCIA, ARTE E RELIGIÃO.
Pelo acima exposto, entendemos que a Umbanda é patrimônio dos Seres Espirituais de Alta Evolução que governam o Planeta Terra, os Seres Humanos encarnados e desencarnados são herdeiros deste Conhecimento-Uno. Entretanto, a aquisição deste conhecimento cósmico depende de condições ou pré-requisitos que o indivíduo deve possuir para que possa compreender a extensão e significado deste patrimônio. Deve ser, também, capaz de participar efetivamente da marcha evolutiva do Planeta como um espírito de horizontes largos e consciência cósmica.
O Movimento Umbandista é um Movimento Filo-Religioso que visa resgatar o CONHECIMENTO - UNO ou AUMBANDAN, sua divulgação é estimulada pelo CÍRCULO CÓSMICO DE UMBANDA e seus aspectos internos ou iniciáticos.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Algus Pais e Mãe de santos Mais Velhos

É bom deixar bem claro que, o que relatei aqui neste cite, são aprendizados dentro do culto na nação Ijexá, cada terreiro tem o seu costumes e maneiras diferentes de tratar seus Orixás, é um particular de cada nação e de cada casa seguir aquilo que lhe foi passado por seus sacerdotes; respeito os fundamentos diferentes dos meus, pois a cada cabeça uma sentença, talvez nem todos que lerem o que aqui está escrito concordarão; contudo seguirei aquilo de que foi passado durante os vinte e um anos de aprontamento que tenho; convivi no meio de batuqueiros velhos como Pai Pedro de Iemanjá, Mãe Antonia de Bará, Preta de Oxalá,Mãe Laudelina do Xangô Mãe de Santo de Pai Paulo do Xangô, Ademar de Ogum, Ninho de Ogum, Pai Araci de Ode, Almiro de Bará, Delurdes de Oxum, Branca de oxum entre muitos outros, os quais tenho grande respeito e agradecimentos com aqueles que alguma coisa me passaram e que me ajudou na minha caminhada. No Rio Grande do Sul a maior nação ainda é a do Ijexá, isto não quer dizer que todas as casas de Ijexá têm que fazerem exatamente igual os axés para os Orixás, cada um tem uma coisinha diferente para acrescentar ou modificar, e isto é válido depende do que nos foi passado, se está indo bem assim para que mudar? Só porque achou bonito o que viu na casa do outro? Não é bem assim cada casa de religião tem sua maneira de proceder e no final todos chegam à mesma luz.

Que Pai Oxalá Abençoa a todos Que Respeite Nosso Pensamentos

Que Meus Inimigos Tenham Olhos e Não Posa M ver

Que Tenham Mão e Não Posa Me Pegar

Que Tenham Perna é Não Possa Me Alcançar

Que Oxalá Proteja a Todos

Amém